domingo, 21 de agosto de 2011

O Reflexo da Porcelana Nos Olhos de Quem Ama

A porcelana não é vidro
Mesmo assim, se quebrou.
O pajé proclama a tribo:
"Nosso fim, fim de mim, fim da dor"

Traga as metaloproteínas
Às pneumáticas meninas,
Surpreendente sina
Do assassino na chacina.
Falta de vitamina.
O balaço atravessou a retina.
O reflexo da porcelana se encaminha...
Sangra amor, se faz de vítima, se contamina
Com aquela proteína transportada pela hemoglobina.

Ar-ras-ta-da-de-pres-são
Pres-sio-nan-do-a-pai-xão,
Romântico suicida, mode-on.
Ocorrências com frequência,
Frequentada eloquência,
Sanidade é a sentença.
Senta-se esperando o que não se sente,
A mente mente,
Veneno de serpente,
Agente concorrente,
Tente, tente, tente!

Tente enxergar quando o reflexo da porcelana se quebrar.
Tente não cegar quando o sexo de quem amas se mostrar.
Porque embaixo ou encima da cama,
Posição sagrada, posição profana,
O ápice dispara, com apreço e tara
O reflexo da porcelana nos olhos de quem ama.


Moby
"Porcelain (vr.1)"
Play
dir: Jonas Äkerlund

So this is good-bye...

2 comentários:

Ari Holzbach disse...

Usar crianças em clipe é sacanagem né? Como não se apaixonar??

El Adriano disse...

Percebi que quando usam crianças nos videoclipes, geralmente, o resultado é agradável aos olhos... É quase um tiro certo.

Obrigado pela visita, Ari! :)